Nós temos a tendência de querer tanto uma coisa ao ponto de ser uma obsessão, isso é bom desde que bem canalizada para ter perseverança, mas é um sentimento perigoso quando estamos tão obsecados que emboram digam que estamos em erro, negamos e colocamos a possibilidade das pessoas estarem erradas e tudo mais que houver estarem enganados. Mas podemos consultar o The new York Times do mês de maio, The Economist de abril, uma passagem no youtube do noticiário na rede BBC, que falam sobre a autal economia brasileira.
Essa introdução é para dizer aos imigrantes, que o Brasil está vivendo um momento muito diferente da maioria dos países e não adianta de fato discutir isso com europeus, pois, da mesma forma que muitos nunca foram no Brasil e nem sabem onde fica e se sabem é pelas novelas, outros foram de férias e dizem tudo e mais um pouco como se fossem analistas de economia internacional, assim como os brasileiros que para Paris e dizem que conhecem a europa e fala com a propriedade de quem é nativo, onde vivo atualmente é assim, dizem que é de 3º mundo e que uma imensa massa de gente morre em hospitais ou de fome ou em tiros. O que é fato é que a economia brasileira está muito acelerada, próspera, aquecida, a confiança está em alta e o consumo tambem, só vale a pena é pensar se vai estar bom pra você. Para se ter uma ideia minha irmã é professora de biologia e para ela não mudou nada, ao contrario, ela sentiu que as coisas subiram de preço, outra pessoa proxima trabalha com vendas de óleo a alguns anos da Castrol, ele não reclama pois, suas comissões permitiram que reformasse a casa e comprasse um carro novo, outro ainda conseguiu um importante estágio na área de engenharia, outro está representando uma empresa brasileira morando em Nova York. Seja, para alguns setores do mercado está igual, para outros está muito bom e este é seu grande momento, para outros continua um país de fome e desespero.
Como tudo, existem setores de mercado onde não se acha empregos, se conseguem são mal remunerados, entre eles estão a mão de obra não especializada, quem não tem um diploma, não fez um curso técnico, não se especializou, tem baixo escolaridade está dificil em termos mundiais, pois, antes da crise mundial podia até imigrar e fazer o que os nativos não queriam fazer, mas como houve um abrandamento eles estão ocupando essas vagas ou elas não são mais necessarias já que não se vende como antes.
Antes de criticarmos temos que pensar onde erramos, se nós somos aquilo que o mercado precisa, se precisarem de candidatos nós estaremos a altura das exigências. Se a resposta for não, somos parte da categoria de fazer "bicos", "serviços variados, gerais" e esse é mal remunerado. Existem muita gente que fazem criticas, mas o país onde vivem são desconhecidos no exterior, nunca ouviram falar deles e quando ouvem é igualzinho o comentario deles para com o Brasil: sabem de noticias para o pior ( Alguem sabia da existencia da Birmânia e de seu rígido governo?), só em caso de escandalo e catastrofes. O Brasileiro tem o costume de dizer o quanto os outros países, muitos até nem conhecem, são melhores que o Brasil, é importante pensarmos como podemos nos adaptarmos ao mundo e não o quanto o mundo é injusto e inadaptado a nós.
"Brasileiro adora dizer que o Brasil não presta" 
Caetano Veloso, cantor, sobre a inércia e a síndrome de país desimportante que o brasileiro usa de propaganda
Essa introdução é para dizer aos imigrantes, que o Brasil está vivendo um momento muito diferente da maioria dos países e não adianta de fato discutir isso com europeus, pois, da mesma forma que muitos nunca foram no Brasil e nem sabem onde fica e se sabem é pelas novelas, outros foram de férias e dizem tudo e mais um pouco como se fossem analistas de economia internacional, assim como os brasileiros que para Paris e dizem que conhecem a europa e fala com a propriedade de quem é nativo, onde vivo atualmente é assim, dizem que é de 3º mundo e que uma imensa massa de gente morre em hospitais ou de fome ou em tiros. O que é fato é que a economia brasileira está muito acelerada, próspera, aquecida, a confiança está em alta e o consumo tambem, só vale a pena é pensar se vai estar bom pra você. Para se ter uma ideia minha irmã é professora de biologia e para ela não mudou nada, ao contrario, ela sentiu que as coisas subiram de preço, outra pessoa proxima trabalha com vendas de óleo a alguns anos da Castrol, ele não reclama pois, suas comissões permitiram que reformasse a casa e comprasse um carro novo, outro ainda conseguiu um importante estágio na área de engenharia, outro está representando uma empresa brasileira morando em Nova York. Seja, para alguns setores do mercado está igual, para outros está muito bom e este é seu grande momento, para outros continua um país de fome e desespero.
Como tudo, existem setores de mercado onde não se acha empregos, se conseguem são mal remunerados, entre eles estão a mão de obra não especializada, quem não tem um diploma, não fez um curso técnico, não se especializou, tem baixo escolaridade está dificil em termos mundiais, pois, antes da crise mundial podia até imigrar e fazer o que os nativos não queriam fazer, mas como houve um abrandamento eles estão ocupando essas vagas ou elas não são mais necessarias já que não se vende como antes.
Antes de criticarmos temos que pensar onde erramos, se nós somos aquilo que o mercado precisa, se precisarem de candidatos nós estaremos a altura das exigências. Se a resposta for não, somos parte da categoria de fazer "bicos", "serviços variados, gerais" e esse é mal remunerado. Existem muita gente que fazem criticas, mas o país onde vivem são desconhecidos no exterior, nunca ouviram falar deles e quando ouvem é igualzinho o comentario deles para com o Brasil: sabem de noticias para o pior ( Alguem sabia da existencia da Birmânia e de seu rígido governo?), só em caso de escandalo e catastrofes. O Brasileiro tem o costume de dizer o quanto os outros países, muitos até nem conhecem, são melhores que o Brasil, é importante pensarmos como podemos nos adaptarmos ao mundo e não o quanto o mundo é injusto e inadaptado a nós.
Caetano Veloso, cantor, sobre a inércia e a síndrome de país desimportante que o brasileiro usa de propaganda
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